
Melhor opor o 8 aos 80 do que sentir tudo meia-boca, feito fuligem: decidir pelo nada em vez de cair de cabeça.
Quebrar rotinas como quem troca de roupa, enfiar prosa na poesia - entre achados e perdidos, preto no branco, acabemo-nos todos, ímã que se partilha.
Bom de se vestir é tirar a roupa depois, isso que fica sobre a pele é tão removente, sempre.
Por outro lado... todavia... através do espelho... como ser aqui, isso, se não se conhece o outro aí?











