
A apreensão é constante, e aquela curiosidade...
Às vezes uma mistura de saudade com a beleza fútil dos seus olhos.
A respiração é lenta, morna, porém de repente para completamente... Se segura pra mais um mergulho nas suas cartas manchadas, na apreensão de todos os olhares... Porque não se cegam? Porque não se cansam? Porque me seguem? Por quê?
E de repente, respiro.
Tudo volta lento e morno, porque o que era não será mais... e o que foi faz tempo que deixou de ser.
Na verdade, aquele triste canto de violinos não me comove mais.
E todo esse barulho mórbido, só faz a forca sufocar ainda mais lentamente.
Porém incessante.
O amor não basta.











