
Que do desejo, nem seu caro aroma foi capaz de despertar
Do deslizar da escova nos fios, vermelhos, compridos... sera que assim, era como você os queria? Ou haveria eu de cessar a comparação aos outros tons?
Nada que em mim vive parece com seu ideal
Tudo que em mim jaz apodrece em tuas mãos
Meu corpo jovem, magro... ainda é o que você quer? de súbito, humildemente me vi a mais comum das mulheres
Da hera que cobre o jardim, surgem outras, diferentes. Talvez no começo não fossem melhores, talvez de fato, ainda não o sejam, mas o diferente se tornou uma opção melhor que o ordinário.
Vejo-o a todo instante nos olhos das amizades que o cercam, a origem das tumbas e dos históricos das noites em que você nao me quer.
A mente derrete meu moço, é o medo.
Que desse segredo, doentio de discórdia, não sabe mais fantasiar.
Ouso dizer que foi advindo do seu plantio, que o roseiral tornou-se deserto,
Encoberto, inseguro. Acanhado em outros lençóis.











