E toda tarde é assim.
Eu escondo as cinzas. Muitos escondem os rostos.
Adoro livros, eles adoçam minhas tardes,
aqueles que falam da vida real, dos meus ídolos.
Fazem eu descobrir que penso como eles.
"Aos 12 anos já sabia que era um fracassado".
Para mim ele nunca foi. Ele faz parte da minha Psicoterapia.
Da minha mente doentia.
Está esperando eu falar de amor?
Ninguém escreve aquilo que não sabe.
E eu só sei daquilo que é fato,
prefiro o cotidiano.
Prefiro aquilo que todos vivem e gostam,
mas fingem que não.
E parece que a cada dia tentam tornar-se mais românticos.
Mais fingidos.
Eu odeio romantismo,
e o meu coração também tem veneno.
Todos têm.

por: http://meuladotyler.blogspot.com/