
E pra todo lado que olho me vejo mergulhada de lembranças salvas em pequenas frases, objetos e momentos revivenciados pela mente de um ano que não volta mais. De um amor que não é, e nunca vai ser mais o mesmo.
E o mais estranho é que ele continua aqui em presença física, mas não há mais o elo. O elo só existe entre palavras e uma marca de um anel que se foi. O elo só existe no passado.
E o mais estranho ainda é que não consigo arrancar tudo dele que suga meu coração, porque eu sei que para isso eu preciso arrancar primeiro as lembranças, pra daí sim esquecer a esperança.











