
Não, sim e não. Sim, não e sim.
Melhor opor o 8 aos 80 do que sentir tudo meia-boca, feito fuligem: decidir por cair três vezes de cabeça ao invés da estagnação, do nada.
Quebrar rotinas como quem troca de roupa, enfiar prosa na poesia - entre achados e perdidos, preto no branco, acabemo-nos todos, ímã que se partilha.
Pôr um preço alto na alma e esquecer o corpo: decidir pela sonoridade da leveza e pela solidão sem jargões, pura e simples.
Ser mais Rolling Stones do que Beatles, escancarar, só quem se mostra vive de verdade. Ser fugaz, ter tesão pelo estrago.
Bom de se vestir é sempre tirar a roupa depois, isso que fica sobre a pele é tão removente, sobressalente, sempre.
Viver sempre na verdade, isto é, na própria verdade. Egoísmo alheio recheado de princípios próprios, sem moralismo.
Reinventar a própria realidade, quantas vezes for preciso e com quantas pessoas for preciso.
Por outro lado... todavia... através do espelho... como ser aqui, isso, se não se conhece o outro aí?
Não venha me dizer, mais uma vez, que é apenas personalidade forte.











